Adoro sábados!

Os dois apartamentos do meu andar estavam quietos. Já o apartamento exatamente embaixo do meu, no primeiro andar, uma garota nua cedia a todos os desejos do seu amante. Era incrível. Naquele sábado, às 22h15 cinco apartamentos esbanjavam excitação, e eu era testemunha de todos eles; dois no primeiro andar, e três no andar superior ao meu. O último andar, quarto, tudo calmo. A moça do primeiro andar, aquela que falei primeiro, agora cumpria uma exigência um tanto estranha de seu parceiro: ela, sentada de costas pra ele, sufocava-o pressionando a vagina no seu pescoço, enquanto ela tinha toda a visão da enorme bunda dela. Ele queria gozar assim, sem nem ela colocar a mão no pau dele; e foi assim que o jato branco saiu, lambuzando os peitos e barriga da garota.

No outro apartamento, dois amigos pagavam uma puta por pura diversão. Nem chegaram a transar com a guria. Faziam-na tirar a roupa, colocar, rebolar em cima deles, que estavam pelados, até quase encostar, mas ela não chegou a tocá-los na quase uma hora que ficou ali. Pra terminar, a puta os masturbou ao mesmo tempo; ganhou duzentos reais pelo trabalho e deve ter saído satisfeita.

Bem, isso me fez pensar que o primeiro andar estava tomado pela perversão. Já no terceiro andar, a coisa parecia mais família; um casal transando, no batido papai-e-mamãe. Apesar da posição básica, os dois pareciam estar aproveitando bastante, pois no momento do gozo, parecia que a cama iria desabar. Mas, quem sabe fosse a primeira vez de um casal de namorados? Normalmente, os casais começam com esta posição. Eu disse normalmente.

Já no apartamento logo acima do meu, o negócio era mais selvagem. O casal não conseguiu acabar o jantar, e jantaram-se ali na mesa mesmo. Foi até bonito de ver. Ele a jogou de costas, com os peitos enormes dela contra a tábua fria da mesa, enquanto penetrava-a por trás. Ela, com uma das mãos que estava livre, puxava-o pela bunda, como que forçando para que ele entrasse com mais e mais força. E assim ele foi fazendo, até que a mesa parecia também ceder, e os dois urraram no gozo, antes que tudo que estava em cima de mesa, caísse. Em seguida deitaram nus e extasiados no tapete da sala, sem se desgrudar, ela deitada de costas por cima dele.

E no último, ficou mais interessante ainda. Pude acompanhar atentamente uma sessão caseira de pornografia. Os dois se revezavam nas fotos; trocavam de roupas, ela o chupava, ele a chupava, ele enfiava em todos os buracos possíveis dela, e ela lambia toda a extensão do corpo dele. E foi com a sessão de fotos que encerrei aquela noite, pois eles foram até perto da meia-noite assim. Como eram muitos fotos, ela ficava fazendo oral nele, enquanto baixavam as fotos pro computador. Numa dessas, ele não agüentou e gozou. Ele até ficou um pouco cabreiro, pois queria ter fotografado aquele momento, mas ela desculpou-se dizendo que daria tudo de si para fazê-lo gozar logo novamente; e voltaram para mais fotos. Tudo acabou num gozo gigante que, eu acho, fez o prédio tremer. Do jeito que estavam, adormeceram no sofá da sala. E eu, desliguei meus monitores, mas, é claro, deixei tudo gravado, como sempre. Adoro sábados!

Publicado em:  on 30 Outubro, 2006 at 11:51 am Comentários (2)

O URI para Trackback deste artigo é: http://clubedofim.wordpress.com/2006/10/30/adoro-sabados/trackback/

Feed RSS dos comentários deste post

2 Comentários Leave a comment.

  1. esse post deveria chamar. “adoro meus vizinhos”
    hahaha

    me imaginei indo te visitar nesse prédio. pisando em coisas estranhas pelos corredores. ouvindo barulhos escabrosos. nossa, acho que nem tomar café eu ia.

  2. mas estes vizinhos só dão no coro aos sábado, infelizmente ehehhehehheheh

    não, o prédio é limpinho, podes crêr nega… e os barulhos, as paredes são beeeem grossas. ;-)


Leave a Comment